16/07/2020

16/07/2020

Como o smartphone pode ser o melhor aliado nesta “nova normalidade”


Numa altura em que o regresso à normalidade se vai realizando a par das férias que há muito eram desejadas, apresentamos algumas dicas para tirar o máximo proveito dos equipamentos móveis, evitando contágios e garantindo uma maior segurança nos locais de trabalho.




 Embora o estado de emergência tenha chegado ao fim, não nos podemos esquecer que continuam a existir novos casos todos os dias e é muito importante continuar a tomar medidas de precaução e distanciamento físico para evitar novos contágios. Por este motivo, durante esta “nova normalidade”, teremos de introduzir novos hábitos e costumes tanto no trabalho como no lazer, onde o smartphone se tornará num dos grandes aliados do dia a dia.
WIKO, empresa europeia de smartphones, reúne 5 situações em que os equipamentos móveis e a tecnologia podem ajudar a garantir a segurança e a distância física para evitar possíveis contágios e surtos em estabelecimentos e escritórios.
 
1. Monitoriza as praias
Muito foi dito sobre o momento de se poder pisar a praia ou a piscina neste ano. As limitações de distanciamento social e capacidade que a pandemia trouxe com elas forçaram decisões extremas, como a limitação de pessoas nas praias.
Para lidar com essa situação, a tecnologia teve de se reinventar e já existem aplicações que permitem ver a lotação das praias em tempo real de forma a poderes decidir qual o melhor sítio para onde ir – ou se o mais seguro é ficar em casa e apostar em ir noutro dia.
 
2. Diz “adeus” aos menus de papel nos restaurantes
Um dos temas mais recorrentes durante o desconfinamento foi a importância da higiene. Não chega apenas lavar e desinfetar as mãos, pois, para minimizar contágios, uma das medidas tomadas pelos profissionais dos setores de restauração e hotelaria foi substituir todos os elementos físicos que até então passavam de mão em mão entre os clientes. Um exemplo disso são os menus físicos em restaurantes, substituídos pela opção mais higiénica do mercado: códigos QR. Graças à tecnologia dos smartphones, basta ler o código QR para ver as opções de comida e bebida.
 
3. Reserva tudo previamente, é imprescindível para evitar aglomerados
Neste momento, em que as multidões representam um risco para a nossa saúde e para os que estão à nossa volta, é essencial reservar ou marcar previamente os compromissos. Seja no cabeleireiro, no escritório, no médico ou num dos teus restaurantes favoritos, as empresas quiseram manter-se responsáveis perante esta luta contra o vírus e estabeleceram a possibilidade de marcar horários sem ser necessário ir ao local. Através de um site ou aplicação, com um simples click no seu smartphone, terás a hora e o dia exato da revisão do teu carro ou do jantar com amigos.
 
4. Evita tocar em superfícies ou elementos de espaços comuns
A tecnologia contactless tornou-se numa solução essencial para impedir a disseminação do coronavírus nesta “nova normalidade”. Recursos como reconhecimento facial ou Assistente do Google permitem aceder a aplicações sem ser necessário tocar no ecrã do smartphone.
Além disso, no caso de edifícios inteligentes que possuem dispositivos interconectados graças à IoT, será possível abrir ou fechar portas, ligar e desligar as luzes, controlar o sistema de ar condicionado ou ligar televisões e ecrãs ao smartphone. Desta forma, não precisarás de manipular teclas, interruptores, pegas ou partilhar um comando para ativar os dispositivos que precisamos de usar a toda a hora.
 
5. Videochamadas como alternativa às reuniões físicas
Durante o confinamento, passámos horas e horas a conversar com os nossos entes queridos, colegas de trabalho ou clientes através do smartphone. Pessoas que nunca tinham usado esta função passaram a usá-la diariamente como forma de se manterem próximas do resto do mundo. Portanto, enquanto voltamos ao normal, a WIKO recomenda que continuemos a usar videochamadas como uma alternativa a algumas reuniões com clientes ou colegas, e até que continuemos a organizar encontros com amigos e convidar também aqueles que moram mais longe – as videochamadas não conhecem distâncias!

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