13/07/2017

13/07/2017

Xiaomi planeia abrir 2000 lojas em todo o mundo durante os próximos 3 anos



Depois dos resultados positivos que a Xiaomi conseguiu, ao obter um aumento de 70% no segundo semestre de 2017, a marca Chinesa parece continuar a todo o vapor, com um dos seus Vice Presidentes a avançar com uma novidade surpreendente: dentro de três anos a Xiaomi vai ter uma loja em quase todos os países do mundo!

De acordo com as declarações do VP Wang Xiang à CNBC, a Xiaomi vai abrir 2000 lojas por todo um mundo, naquilo que será uma expansão sem precedentes da marca Chinesa.

Metade destas lojas vão ser abertas na China, com a outra metade a ser distribuída pelo mundo inteiro através da colaboração com parceiros, num plano que faz parte da ambição expansionista de crescimento contínuo, para se constituir como um player a nível global.

Tudo começou em 2010, mas em apenas sete anos a Xiaomi já está presente em 40 países, com um portefólio de produtos que não se fica pelos smartphones, chegando a produtos tão sui generis como purificadores de ar e máquinas de cozer arroz. O seu foco está na venda directa ao consumidor, mas fruto do sucesso dos seus equipamentos, é muito fácil encontrá-los nas múltiplas lojas online que temos à distância de uns clicks.

No decurso deste ano, a Xiaomi já chegou a países como a Rússia, Emirados Árabes Unidos e Egipto, e já fabrica localmente artigos na Índia e Indonésia. Segundo o Sr Wang, no próximo ano o foco vai estar no Sudoeste Asiático, em países como as Filipinas e nos mercados da Europa de Leste.

As soluções low cost, como o Redmi 4A são uma boa opção para a China e mercados em vias de desenvolvimento, mas a Xiaomi também quer chegar ao mercados da Europa Ocidental. Para isso, o Sr Wang pretende apostar na construção de um brand awareness forte, que demonstre aos consumidores que um bom equipamento não tem necessariamente que ser muito caro. Este será o seu maior desafio, refere o VP da Xiaomi e para o conseguir a Xiaomi vai apostar nas já referidas lojas, por forma a que os consumidores possam contactar directamente com os equipamentos.

O acordo com a Nokia (depois das 1500 patentes adquiridas à Microsoft) também foi tema de conversa, tento este sido classificado com uma medida estratégica, que vai permitir à Xiaomi "defender-se quando chegar a mais países". O objectivo passa por ter mais liberdade criativa, o que vai permitir aos engenheiros da Xiaomi "criarem mais e melhores produtos, de forma mais eficiente".

"A recuperação seguiu-se a um ano de reveses, que colectivamente fizeram parte do período mais exigente na história da marca", escreveu o fundador Lei Jun numa carta aos empregados. Ultrapassados estes problemas, a Xiaomi continua a almejar atingir grandes objectivos: 100 mil milhões de yuan em vendas e 100 milhões de smartphones expedidos no próximo ano.

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