04/07/2018

04/07/2018

Xiaomi está preocupada com o mercado paralelo e alerta para a questão da garantia


A chegada da Xiaomi a Portugal, está a ser feita de uma forma algo estranha, mais parecendo que não foi devidamente planeada. Do outro lado da fronteira, as coisas têm corrido de uma forma bem mais organizada, com a marca a estar presente e activa nas redes sociais, o que permite um contacto mais directo com os consumidores.


Quem segue a conta da Xiaomi Espanha no Twitter, tem tido oportunidade de acompanhar os diversos eventos que a marca tem levado a cabo, com as lojas oficiais a serem sempre alvo de grande atenção.

Foi através desta rede social que a marca aproveitou para chamar à atenção para a questão da garantia dos seus equipamentos, relembrando que esta só funcionará para os terminais adquiridos num dos parceiros autorizados. Não colocando em questão esta situação, importa no entanto discutir as razões que levam a marca a vir a público com esta explicação.

Quem compra um Xiaomi numa loja "não oficial" ou num estabelecimento sem créditos firmados, não saberá de antemão que a garantia será algo que não existe ou poderá ser difícil de activar? O mesmo se passa para quem manda vir os smartphones Xiaomi das lojas online. Quem compra nestas lojas já sabe que o melhor mesmo, é não contar com a garantia?

O grande problema aqui, penso que estará na ameaça que estas lojas online continuam a representar para (neste caso) a Xiaomi.  Quando temos o Xiaomi Mi Mix 2S a 505€ na Amazon.es ou a 579€ na Worten, é normal que os utilizadores pensem duas vezes antes de comprar, pois o mesmo smartphone vindo da China, pode ficar em pouco mais de 400€. Há modelos em que esta diferença é bem mais tentadora, tornando-se numa proposta mais interessante, como é o caso do Redmi 5 Plus a 122€ vindo da China vs 199€ na Worten.

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