11/01/2020

11/01/2020

Royole reforça aposta nos produtos com ecrãs flexíveis


A Royole pode gabar-se de ter sido primeira a fazer chegar ao mercado o primeiro smartphone com ecrã dobrável, antecipando-se à Samsung e Huawei em quase um ano, e agora vai mostrando outros produtos em que poderão ser utilizados.


O FlexPai não foi nenhum sucesso comercial (na prática era um mero protótipo, que foi vendido apressadamente para dizer que era "o primeiro") mas atingiu o objectivo pretendido de dar visibilidade à Royole e os seus ecrãs flexíveis. Para este ano o fabricante quer relembrar que a utilização de ecrãs flexíveis não se deverá limitar aos smartphones, e avança com alguns exemplos.

Um deles é o Smart Speaker, uma coluna com assistente digital integrado, e que conta com um ecrã AMOLED de 8" flexível enrolado à sua volta. Acaba por ser o equivalente um um smart display no formato cilíndrico de um Echo / Google Home, e que tem potencial... se tiver um preço aceitável. E ao remover a parte de dobrar e desdobrar pelo utilizador, garantirá a sua longevidade.

Outro é o RoWrite, um tablet que pretende ser alternativa às folhas de papel, e onde a "flexibilidade" do ecrã é utilizada para dar uma sensação mais próxima de escrever em papel. Já várias empresas têm tentado obter sucesso neste sector - como o ReMarkable - mas, uma vez mais, o preço continua a ser o grande entrave.

Seja como for, será inevitável que de agora em diante se comecem a ver ecrãs flexíveis aplicados a mais e mais produtos, nos formatos mais variados. A era em que qualquer superfície poderá ser um ecrã, como vemos nos filmes de ficção científica, está a começar.

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