O trio de smartphones apresentado pela TCL em Abril ficou completo com o TCL 10 5G, smartphone que chegou recentemente ao nosso país através de uma parceria com um operador nacional. Com o 5G ainda a ser miragem na maior parte do território, o grande atractivo deste TCL 10 5G está no seu processador Snapdragon 765G, que tem sido opção recorrente entre os fabricantes para os equipamentos de gama média alta.
Mostrar mensagens com a etiqueta Análise. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Análise. Mostrar todas as mensagens
16/10/2020
Análise ao TCL 10 5G
O trio de smartphones apresentado pela TCL em Abril ficou completo com o TCL 10 5G, smartphone que chegou recentemente ao nosso país através de uma parceria com um operador nacional. Com o 5G ainda a ser miragem na maior parte do território, o grande atractivo deste TCL 10 5G está no seu processador Snapdragon 765G, que tem sido opção recorrente entre os fabricantes para os equipamentos de gama média alta.
15/10/2020
Análise ao Huawei Y6s
Enquanto se aguarda com ansiedade para ver a receptividade do mercado aos novos smartphones Huawei sem Play Store da Google, a marca chinesa vai relançando versões como este Y6s, que ainda mantêm o acesso às apps e serviços da Google.
Com a novela EUA-Huawei ainda sem fim à vista, a marca chinesa vai tirando partido de um vazio legal para lançar smartphones no mercado, apelidando os mesmos de novas versões dos equipamentos já disponíveis no mercado. Esta janela de oportunidade acaba no entanto por ser limitada, com a Huawei a não poder apresentar grandes alterações para conseguir lançar o smartphone como uma nova versão e não um novo modelo.
O Huawei Y6S é o mais recente exemplo desta política, com a Huawei a fazer chegar ao mercado um smartphone a correr aplicações e serviços da Google, algo que o seu Mate 30 Pro ainda não apresenta, pelo menos de forma oficial (e sem riscos de segurança envolvidos).
O design apresenta apenas uma alteração, com a traseira a exibir duas tonalidades à imagem dos topo de gama da marca, se bem que neste caso, em plástico em vez de vidro. Ao centro, no terço superior, o sensor de impressão digital. À sua esquerda, a câmara traseira e o flash, com o contorno da câmara a apresentar um formato diferente do utilizado no Y6.
Em cima, ao centro, um notch "gota de água", sobre o qual se encontra uma coluna para as chamadas de voz.
As margens do ecrã são relativamente reduzidas (com excepção da inferior), mas o formato arredondado das laterais acaba por dar a ideia que estas são maiores do que efectivamente são na realidade.
Nas laterais, em cima, temos um microfone e uma ficha de 3,5mm para headphones. Em baixo, duas grelhas para saída de som e uma já arcaica porta micro USB.
Na lateral direita, botões de volume e power. Na lateral esquerda, o slot para os cartões SIM e microSD, o qual tem a particularidade de permitir a instalação em simultâneo de dois cartões SIM e um micro SD, algo que poderá ser interessante, para colmatar o reduzido espaço de armazenamento (32GB).
Este Huawei Y6s mede 156.3 x 73.5 x 8 mm e pesa 150g. O ecrã IPS de 6,09" tem uma resolução 720 x 1560 pixels com 282ppp. A câmara traseira apresenta um sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8, capaz de gravar vídeo a 1080p@30fps. A câmara frontal apresenta a mesma capacidade para gravação de vídeo, com um sensor de 8 MP f/2.0. Tem uma bateria de 3020mAh, a já referida porta microUSB, rádio FM, Wi-Fi 802.11 b/g/n e Bluetooth 4.2.
As diferenças de hardware face ao Y6 estão no CPU e RAM. O Huawei Y6s apresenta um processador Mediatek MT6765 Helio P35 Octa-core (4x2.3 GHz Cortex-A53 + 4x1.8 GHz Cortex-A53) e 3GB de RAM. De referir que a GPU se mantém inalterada (PowerVR GE8320), assim como o processo de fabrico (12nm).
Ponto prévio. Convém não esquecer que estamos na presença de um equipamento de gama de entrada, logo haverá que ajustar os requisitos para níveis bem inferiores aos que se exige a um topo de gama.
Numa altura em que se arrasta o diferendo com os EUA, é inevitável que a questão software não ganhe uma dimensão acrescida. A interface EMUI, transversal a todos os equipamentos da Huawei, acaba por ter um peso excessivo no comportamento do smartphone. É certo que a marca disponibiliza um conjunto alargado de funcionalidades, mas o seu impacto no desempenho do Y6s acaba por ser algo penalizador.
Sendo certo que o desempenho terá sempre de ser comedido, hoje em dia, não é admissível que um smartphone apresente atrasos no tempo de resposta. No caso deste Huawei Y6s, facilmente se denota alguma falta de rapidez na execução das tarefas mais simples. Para colmatar esta situação, o utilizador pode activar as opções de programador e desligar as animações e com esta alteração, o comportamento do smartphone passa a ser bastante mais agradável.
A EMUI apresenta-se na versão 9.1, assente no Android 9 Pie. Tendo em conta que já passaram 8 meses do lançamento do Android 10 e a EMUI 10 foi apresentada igualmente há vários meses, colocar um smartphone no mercado com uma versão desactualizada do Android, nunca poderá ser um bom cartão de visita, independentemente do segmento de mercado em que o equipamento se insira. Contactada a marca, não há nesta altura informações sobre uma possível actualização para Android 10, ficando este cenário em aberto, mas sem garantia que possa vir a acontecer.
Outra situação difícil de perceber, prende-se com a data do patch de segurança, que há altura desta análise, era datado de Outubro de 2019. A marca assegura que o mesmo será alvo de actualização, não avançando contudo com datas para este efeito.
Falar de EMUI leva a que se enalteça alguns dos pontos fortes desta interface da Huawei. Com o sistema de navegação por gestos a estar reservado para o Android 10, a EMUI 9.1 já disponibiliza uma opção muito bem conseguida para este fim, com o utilizador a poder esconder a barra de navegação na zona inferior do ecrã sem que o desempenho do smartphone seja afectado. A gestão das aplicações a correr em segundo plano e gestão do armazenamento, são outros exemplos da utilidade da interface EMUI, com o utilizador a ter acesso às mesmas funcionalidades disponibilizadas nos topo de gama da marca chinesa.
Há contudo aspectos que podem ser melhorados. O feed da Google está inexplicavelmente omisso e o facto de não se poder utilizar uma interface escura acaba por ser algo decepcionante, isto independentemente de o ecrã não ser AMOLED (não tirando por isso partido da poupança energética). Como alternativa, surge a possibilidade de se instalar o Huawei Assistant de forma manual. Este assistente da marca chinesa está ainda em fase beta, mas podem desde já experimentar as potencialidades disponíveis, sendo esta a alternativa mais simples em termos de assistente.
Outra possibilidade passa por instalar manualmente um launcher com suporte para esta tecnologia, havendo diversas opções (pagas e grátis) para este fim.
A aplicação temas é a porta de entrada num mundo cheio de variedade, com o utilizador a poder optar pelos fundos de ecrã, bloqueio e ícones que mais lhe interessar. Há contudo um aspecto a ter em conta, pois para o poderem fazer, é necessário criar uma conta Huawei, algo que não acontecia anteriormente. Esta mesma conta permitirá gerir o equipamento e aceder aos serviços que a marca disponibiliza para o nosso país.
A bateria de 3020mAh poderia apresentar uma capacidade mais generosa, mas não o fazendo, acaba por ser suficiente para um dia de utilização sem preocupações de maior. Os processadores MediaTek eram acompanhados de um elevado consumo energético, mas hoje em dia, como no caso deste MT6765 são já capazes de apresentar um comportamento que não penaliza a autonomia (com os núcleos Cortex-A53 a darem uma boa contribuição neste sentido).
O processador cumpre o mínimos aceitáveis para uma experiência de utilização que se possa considerar agradável. Quem pretender melhorar a mesma, pode sempre optar por desligar as animações no menu de opções de programador, que se encontra oculto nas definições.
O Huawei Y6s, como de resto seria expectável, está longe de apresentar um conjunto de câmaras que possa impressionar só pelos números. O sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8 na câmara traseira e uma câmara frontal com um sensor de 8 MP f/2.0, têm por objectivo cumprir os serviços mínimos.
Para ajudar a cumprir esta missão, a Huawei apresenta uma interface na aplicação da câmara, que está em linha com os equipamentos de gama média e premium, com três zonas de interacção. À esquerda, apenas dois ícones, dando acesso ao controlo do flash e às definições, não disponibilizando funções mais refinadas, como são o caso da detecção automática de cenários (AI), o AI Lens com múltiplas utilidades e aplicação de filtros em tempo real. Do lado direito, duas secções, uma com os modos (limitados...) de fotografia e vídeo e outra com o botão de disparo, ladeado do acesso à galeria e à alternância de câmara.
Em cenários com boa iluminação, os resultados são satisfatórios, com o software a conseguir inclusivamente uma boa definição de contornos, nas imagens com fundo desfocado. O tempo de focagem está longe de ser ultra rápido e as zonas com média luz já obrigam à utilização do flash, limitações que são compreensíveis, num equipamento low cost.
Ainda limitada pelas restrições impostas pelo governo americano, a Huawei faz uso das ferramentas que tem ao seu dispor, para continuar a servir os consumidores. A reedição de smartphones com pequenos retoques no hardware é uma das opções que actualmente está a ser posta em prática.
Este Huawei Y6s poderia facilmente receber uma melhor classificação, não fosse o facto de ser um equipamento que, quando colocado lado a lado com os seus concorrentes directos, acabe por ver o peso do hardware com um ano de mercado a ter um impacto negativo na sua avaliação.
O software é também um dos pontos afectados, se bem que neste caso em menor escala. Apesar da EMUI 9.1 já desactualizada, apresenta um leque alargado de funcionalidades, muitas delas bastante úteis, como é o caso do sistema de navegação por gestos que agora é a opção preferencial no Android 10. Um patch de segurança já com alguns meses e a indefinição na actualização para uma versão do Android mais recente, são pontos que poderão desapontar os utilizadores que dão especial atenção a estas áreas.
Pelas razões acima expostas, o Huawei Y6s fica-se por um equilibrado "MORNO", havendo contudo a garantia que é um equipamento com alguns argumentos para se bater no segmento de mercado em que se insere, estado disponível com um PVP recomendado a começar nos 149,99€, para a versão de 3GB/32GB.
Prós
Contras
Huawei Y6s
Aberto até de Madrugada
Morno (3/5)
Com a novela EUA-Huawei ainda sem fim à vista, a marca chinesa vai tirando partido de um vazio legal para lançar smartphones no mercado, apelidando os mesmos de novas versões dos equipamentos já disponíveis no mercado. Esta janela de oportunidade acaba no entanto por ser limitada, com a Huawei a não poder apresentar grandes alterações para conseguir lançar o smartphone como uma nova versão e não um novo modelo.
O Huawei Y6s
O Huawei Y6S é o mais recente exemplo desta política, com a Huawei a fazer chegar ao mercado um smartphone a correr aplicações e serviços da Google, algo que o seu Mate 30 Pro ainda não apresenta, pelo menos de forma oficial (e sem riscos de segurança envolvidos).
O design apresenta apenas uma alteração, com a traseira a exibir duas tonalidades à imagem dos topo de gama da marca, se bem que neste caso, em plástico em vez de vidro. Ao centro, no terço superior, o sensor de impressão digital. À sua esquerda, a câmara traseira e o flash, com o contorno da câmara a apresentar um formato diferente do utilizado no Y6.
Em cima, ao centro, um notch "gota de água", sobre o qual se encontra uma coluna para as chamadas de voz.
As margens do ecrã são relativamente reduzidas (com excepção da inferior), mas o formato arredondado das laterais acaba por dar a ideia que estas são maiores do que efectivamente são na realidade.
Nas laterais, em cima, temos um microfone e uma ficha de 3,5mm para headphones. Em baixo, duas grelhas para saída de som e uma já arcaica porta micro USB.
Na lateral direita, botões de volume e power. Na lateral esquerda, o slot para os cartões SIM e microSD, o qual tem a particularidade de permitir a instalação em simultâneo de dois cartões SIM e um micro SD, algo que poderá ser interessante, para colmatar o reduzido espaço de armazenamento (32GB).
Este Huawei Y6s mede 156.3 x 73.5 x 8 mm e pesa 150g. O ecrã IPS de 6,09" tem uma resolução 720 x 1560 pixels com 282ppp. A câmara traseira apresenta um sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8, capaz de gravar vídeo a 1080p@30fps. A câmara frontal apresenta a mesma capacidade para gravação de vídeo, com um sensor de 8 MP f/2.0. Tem uma bateria de 3020mAh, a já referida porta microUSB, rádio FM, Wi-Fi 802.11 b/g/n e Bluetooth 4.2.
Duplo SIM e microSD em simultâneo
As diferenças de hardware face ao Y6 estão no CPU e RAM. O Huawei Y6s apresenta um processador Mediatek MT6765 Helio P35 Octa-core (4x2.3 GHz Cortex-A53 + 4x1.8 GHz Cortex-A53) e 3GB de RAM. De referir que a GPU se mantém inalterada (PowerVR GE8320), assim como o processo de fabrico (12nm).
Em utilização
Ponto prévio. Convém não esquecer que estamos na presença de um equipamento de gama de entrada, logo haverá que ajustar os requisitos para níveis bem inferiores aos que se exige a um topo de gama.
Carregador limitado a uns pouco expressivos 5V/1A
Numa altura em que se arrasta o diferendo com os EUA, é inevitável que a questão software não ganhe uma dimensão acrescida. A interface EMUI, transversal a todos os equipamentos da Huawei, acaba por ter um peso excessivo no comportamento do smartphone. É certo que a marca disponibiliza um conjunto alargado de funcionalidades, mas o seu impacto no desempenho do Y6s acaba por ser algo penalizador.
Sendo certo que o desempenho terá sempre de ser comedido, hoje em dia, não é admissível que um smartphone apresente atrasos no tempo de resposta. No caso deste Huawei Y6s, facilmente se denota alguma falta de rapidez na execução das tarefas mais simples. Para colmatar esta situação, o utilizador pode activar as opções de programador e desligar as animações e com esta alteração, o comportamento do smartphone passa a ser bastante mais agradável.
A EMUI apresenta-se na versão 9.1, assente no Android 9 Pie. Tendo em conta que já passaram 8 meses do lançamento do Android 10 e a EMUI 10 foi apresentada igualmente há vários meses, colocar um smartphone no mercado com uma versão desactualizada do Android, nunca poderá ser um bom cartão de visita, independentemente do segmento de mercado em que o equipamento se insira. Contactada a marca, não há nesta altura informações sobre uma possível actualização para Android 10, ficando este cenário em aberto, mas sem garantia que possa vir a acontecer.
Outra situação difícil de perceber, prende-se com a data do patch de segurança, que há altura desta análise, era datado de Outubro de 2019. A marca assegura que o mesmo será alvo de actualização, não avançando contudo com datas para este efeito.
Falar de EMUI leva a que se enalteça alguns dos pontos fortes desta interface da Huawei. Com o sistema de navegação por gestos a estar reservado para o Android 10, a EMUI 9.1 já disponibiliza uma opção muito bem conseguida para este fim, com o utilizador a poder esconder a barra de navegação na zona inferior do ecrã sem que o desempenho do smartphone seja afectado. A gestão das aplicações a correr em segundo plano e gestão do armazenamento, são outros exemplos da utilidade da interface EMUI, com o utilizador a ter acesso às mesmas funcionalidades disponibilizadas nos topo de gama da marca chinesa.
Há contudo aspectos que podem ser melhorados. O feed da Google está inexplicavelmente omisso e o facto de não se poder utilizar uma interface escura acaba por ser algo decepcionante, isto independentemente de o ecrã não ser AMOLED (não tirando por isso partido da poupança energética). Como alternativa, surge a possibilidade de se instalar o Huawei Assistant de forma manual. Este assistente da marca chinesa está ainda em fase beta, mas podem desde já experimentar as potencialidades disponíveis, sendo esta a alternativa mais simples em termos de assistente.
Outra possibilidade passa por instalar manualmente um launcher com suporte para esta tecnologia, havendo diversas opções (pagas e grátis) para este fim.
A bateria de 3020mAh poderia apresentar uma capacidade mais generosa, mas não o fazendo, acaba por ser suficiente para um dia de utilização sem preocupações de maior. Os processadores MediaTek eram acompanhados de um elevado consumo energético, mas hoje em dia, como no caso deste MT6765 são já capazes de apresentar um comportamento que não penaliza a autonomia (com os núcleos Cortex-A53 a darem uma boa contribuição neste sentido).
O processador cumpre o mínimos aceitáveis para uma experiência de utilização que se possa considerar agradável. Quem pretender melhorar a mesma, pode sempre optar por desligar as animações no menu de opções de programador, que se encontra oculto nas definições.
As câmaras
O Huawei Y6s, como de resto seria expectável, está longe de apresentar um conjunto de câmaras que possa impressionar só pelos números. O sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8 na câmara traseira e uma câmara frontal com um sensor de 8 MP f/2.0, têm por objectivo cumprir os serviços mínimos.
Para ajudar a cumprir esta missão, a Huawei apresenta uma interface na aplicação da câmara, que está em linha com os equipamentos de gama média e premium, com três zonas de interacção. À esquerda, apenas dois ícones, dando acesso ao controlo do flash e às definições, não disponibilizando funções mais refinadas, como são o caso da detecção automática de cenários (AI), o AI Lens com múltiplas utilidades e aplicação de filtros em tempo real. Do lado direito, duas secções, uma com os modos (limitados...) de fotografia e vídeo e outra com o botão de disparo, ladeado do acesso à galeria e à alternância de câmara.
Em cenários com boa iluminação, os resultados são satisfatórios, com o software a conseguir inclusivamente uma boa definição de contornos, nas imagens com fundo desfocado. O tempo de focagem está longe de ser ultra rápido e as zonas com média luz já obrigam à utilização do flash, limitações que são compreensíveis, num equipamento low cost.
Apreciação final
Ainda limitada pelas restrições impostas pelo governo americano, a Huawei faz uso das ferramentas que tem ao seu dispor, para continuar a servir os consumidores. A reedição de smartphones com pequenos retoques no hardware é uma das opções que actualmente está a ser posta em prática.
Este Huawei Y6s poderia facilmente receber uma melhor classificação, não fosse o facto de ser um equipamento que, quando colocado lado a lado com os seus concorrentes directos, acabe por ver o peso do hardware com um ano de mercado a ter um impacto negativo na sua avaliação.
O software é também um dos pontos afectados, se bem que neste caso em menor escala. Apesar da EMUI 9.1 já desactualizada, apresenta um leque alargado de funcionalidades, muitas delas bastante úteis, como é o caso do sistema de navegação por gestos que agora é a opção preferencial no Android 10. Um patch de segurança já com alguns meses e a indefinição na actualização para uma versão do Android mais recente, são pontos que poderão desapontar os utilizadores que dão especial atenção a estas áreas.
Pelas razões acima expostas, o Huawei Y6s fica-se por um equilibrado "MORNO", havendo contudo a garantia que é um equipamento com alguns argumentos para se bater no segmento de mercado em que se insere, estado disponível com um PVP recomendado a começar nos 149,99€, para a versão de 3GB/32GB.
Huawei Y6s
Morno
Prós
- Qualidade de construção
- Funcionalidades da EMUI
Contras
- Porta microUSB
- Carregamento lento
- Actualizações do Android
Huawei Y6s
Aberto até de Madrugada
Morno (3/5)
14/10/2020
Análise ao PLC Magic 1 WiFi mini da Devolo
No final de 2018 a Devolo apresentou oficialmente no nosso país a nova linha de adaptadores Powerline Magic - com ambas as versões, Magic 1 e Magic 2, a já terem sido alvo de análise. Agora, temos a oportunidade de testar um dos modelos mais recentes: o Magic 1 WiFi mini.
A Devolo é uma marca com longo historial no sector do powerline, permitindo fazer chegar a rede de casa a qualquer sítio onde se tenha uma tomada por perto. Tal como é sua política, a marca reforça regularmente a sua gama de produtos com o lançamento de novos modelos. Foi precisamente isso que aconteceu em Dezembro último, com o lançamento de dois novos modelos, o Magic 2 Lan Triple que já tivemos oportunidade de analisar, e o Magic 1 WiFi mini, que hoje temos em análise.
Quem segue mais de perto os produtos PLC da Devolo por certo irá reconhecer o design destes novos Magic 1 WiFi mini, adaptadores que herdaram as linhas dos dLAN 550 WiFi. Os módulos apresentam um design compacto, à custa da ausência de uma tomada de passagem, que apenas está presente no módulo principal Magic LAN.
A caixa do produto apresenta o empacotamento habitualmente utilizado pela marca, com os adaptadores a virem encaixados numa estrutura de papel prensado, sobre a qual se encontram os acessórios.
Os adaptadores Devolo Magic 1 WiFi mini estão disponíveis em versão individual ou em kit, com este último a apresentar um módulo Magic 1 LAN, além do módulo WiFi mini. Está ainda disponível uma versão Multiroom, com dois módulos WiFi mini.
Numa das laterais da caixa podemos observar as especificações dos módulos WiFi mini, com um máximo teórico de 1200Mbps para sincronização, 300Mbps WiFi, 100Mbps na porta ethernet, e alcance máximo de 300 metros. Estes valores, com excepção do WiFi, estão em linha com o disponibilizado pelos adaptadores da série Magic 1.
Na frente do adaptador, dois botões, para sincronização e WiFi, sendo que os leds poderão ser desligados para poupar mais uns cêntimos na conta da electricidade.
Na zona inferior, a porta de rede e informação técnica, com o mac address e o número de série do adaptador.
A chave do WiFi é apresentada na traseira, por baixo da ficha para ligar o adaptador à tomada.
Embora sincronize a uma velocidade máxima de 1200Mbps, os adaptadores Magic 1 WiFi mini ficam limitados a 100Mbps na porta de rede e 300Mbps no WiFi.
Para o teste de desempenho, utilizámos o já habitual posicionamento dos adaptadores: o adaptador ligado ao router ficou instalado no rés-do-chão. No primeiro andar, uma divisão ao lado, um adaptador Magic 1 WiFi mini, com o segundo adaptador Magic 1 WiFi mini a ficar instalado num anexo a cerca de 20 metros de distancia em linha recta. Em ambos os casos, os adaptadores tinham entre si dois quadros eléctricos entre os dois adaptadores. Como extra, um terceiro local no primeiro andar, numa zona oposta da casa, sendo este o cenário mais complicado em termos técnicos, fruto do elevado numero de metros e tomadas entre os dois adaptadores.
A velocidade de sincronização variou entre os 272Mbps no local mais afastado do 1º andar e os 558Mbps no anexo, com o adaptador no 1º andar numa divisão ao lado a registar 432Mbps. A imagem em cima foi editada, por forma a apresentar as 3 situações, pois só dispúnhamos de dois adaptadores WiFi
A Devolo, tal como as outras marcas que comercializam produtos powerline, recomendam que se instale o adaptador directamente na tomada. Quando instalados numa ficha tripla ou extensão, o desempenho será prejudicado, com o adaptador no primeiro andar (divisão ao lado) a sincronizar a apenas 166Mbps.
Utilizamos a aplicação Speedtest para avaliar a velocidade dos Devolo Magic 1 WiFi mini, tendo os resultados acabado por surpreender. A prestação do módulo WiFi mini ficou em linha com disponibilizado pelo Magic 1 WiFi, o que demonstra o nível de qualidade do produto.
A Devolo não deixou os seus créditos por mãos alheias. O Devolo Magic 1 WiFi mini cumpriu os testes de desempenho com distinção, conseguindo apresentar velocidades de transmissão bastante interessantes, igualando uma rede ethernet 100Mbps. Sendo certo que as instalações gigabit são de há muito uma obrigação legal, há inúmeras residências que não têm a sorte de poder contar com uma instalação com esta qualidade. O powerline, não sendo uma solução eficaz em todas as situações, é contudo uma opção a ter em conta por parte de quem possui uma boa instalação eléctrica.
Os adaptadores Devolo Magic 1 WiFi mini não apresentam uma tomada fêmea como os Magic 1 WiFi, mas têm a vantagem de apresentar um preço mais reduzido (70€ para 1 adaptador, 100€ Kit), sendo uma opção a ter em conta por quem pode dispensar uma tomada para a instalação exclusiva do Magic 1 WiFi mini. São uma boa solução para instalação em locais relativamente próximos do adaptador mestre, sendo capazes de disponibilizar velocidades stream de vídeos HD sem qualquer problema, argumento que lhes garante um sempre desejado "ESCALDANTE".
Prós
Contras
Devolo Magic 1 WiFi mini
Aberto até de Madrugada
Escaldante (5/5)
A Devolo é uma marca com longo historial no sector do powerline, permitindo fazer chegar a rede de casa a qualquer sítio onde se tenha uma tomada por perto. Tal como é sua política, a marca reforça regularmente a sua gama de produtos com o lançamento de novos modelos. Foi precisamente isso que aconteceu em Dezembro último, com o lançamento de dois novos modelos, o Magic 2 Lan Triple que já tivemos oportunidade de analisar, e o Magic 1 WiFi mini, que hoje temos em análise.
O Devolo Magic 1 WiFi mini
Quem segue mais de perto os produtos PLC da Devolo por certo irá reconhecer o design destes novos Magic 1 WiFi mini, adaptadores que herdaram as linhas dos dLAN 550 WiFi. Os módulos apresentam um design compacto, à custa da ausência de uma tomada de passagem, que apenas está presente no módulo principal Magic LAN.
A caixa do produto apresenta o empacotamento habitualmente utilizado pela marca, com os adaptadores a virem encaixados numa estrutura de papel prensado, sobre a qual se encontram os acessórios.
Os adaptadores Devolo Magic 1 WiFi mini estão disponíveis em versão individual ou em kit, com este último a apresentar um módulo Magic 1 LAN, além do módulo WiFi mini. Está ainda disponível uma versão Multiroom, com dois módulos WiFi mini.
Numa das laterais da caixa podemos observar as especificações dos módulos WiFi mini, com um máximo teórico de 1200Mbps para sincronização, 300Mbps WiFi, 100Mbps na porta ethernet, e alcance máximo de 300 metros. Estes valores, com excepção do WiFi, estão em linha com o disponibilizado pelos adaptadores da série Magic 1.
Na frente do adaptador, dois botões, para sincronização e WiFi, sendo que os leds poderão ser desligados para poupar mais uns cêntimos na conta da electricidade.
Na zona inferior, a porta de rede e informação técnica, com o mac address e o número de série do adaptador.
A chave do WiFi é apresentada na traseira, por baixo da ficha para ligar o adaptador à tomada.
Em utilização
Embora sincronize a uma velocidade máxima de 1200Mbps, os adaptadores Magic 1 WiFi mini ficam limitados a 100Mbps na porta de rede e 300Mbps no WiFi.
Para o teste de desempenho, utilizámos o já habitual posicionamento dos adaptadores: o adaptador ligado ao router ficou instalado no rés-do-chão. No primeiro andar, uma divisão ao lado, um adaptador Magic 1 WiFi mini, com o segundo adaptador Magic 1 WiFi mini a ficar instalado num anexo a cerca de 20 metros de distancia em linha recta. Em ambos os casos, os adaptadores tinham entre si dois quadros eléctricos entre os dois adaptadores. Como extra, um terceiro local no primeiro andar, numa zona oposta da casa, sendo este o cenário mais complicado em termos técnicos, fruto do elevado numero de metros e tomadas entre os dois adaptadores.
A velocidade de sincronização variou entre os 272Mbps no local mais afastado do 1º andar e os 558Mbps no anexo, com o adaptador no 1º andar numa divisão ao lado a registar 432Mbps. A imagem em cima foi editada, por forma a apresentar as 3 situações, pois só dispúnhamos de dois adaptadores WiFi
A Devolo, tal como as outras marcas que comercializam produtos powerline, recomendam que se instale o adaptador directamente na tomada. Quando instalados numa ficha tripla ou extensão, o desempenho será prejudicado, com o adaptador no primeiro andar (divisão ao lado) a sincronizar a apenas 166Mbps.
1º Andar divisão ao lado
1º Andar zona oposta
Anexo
Utilizamos a aplicação Speedtest para avaliar a velocidade dos Devolo Magic 1 WiFi mini, tendo os resultados acabado por surpreender. A prestação do módulo WiFi mini ficou em linha com disponibilizado pelo Magic 1 WiFi, o que demonstra o nível de qualidade do produto.
Apreciação final
A Devolo não deixou os seus créditos por mãos alheias. O Devolo Magic 1 WiFi mini cumpriu os testes de desempenho com distinção, conseguindo apresentar velocidades de transmissão bastante interessantes, igualando uma rede ethernet 100Mbps. Sendo certo que as instalações gigabit são de há muito uma obrigação legal, há inúmeras residências que não têm a sorte de poder contar com uma instalação com esta qualidade. O powerline, não sendo uma solução eficaz em todas as situações, é contudo uma opção a ter em conta por parte de quem possui uma boa instalação eléctrica.
Os adaptadores Devolo Magic 1 WiFi mini não apresentam uma tomada fêmea como os Magic 1 WiFi, mas têm a vantagem de apresentar um preço mais reduzido (70€ para 1 adaptador, 100€ Kit), sendo uma opção a ter em conta por quem pode dispensar uma tomada para a instalação exclusiva do Magic 1 WiFi mini. São uma boa solução para instalação em locais relativamente próximos do adaptador mestre, sendo capazes de disponibilizar velocidades stream de vídeos HD sem qualquer problema, argumento que lhes garante um sempre desejado "ESCALDANTE".
Devolo Magic 1 WiFi mini
Escaldante
Prós
- Desempenho
- Qualidade de construção
Contras
- Sem tomada fêmea
Devolo Magic 1 WiFi mini
Aberto até de Madrugada
Escaldante (5/5)
13/10/2020
Análise aos auriculares EP-T20
A Aukey tem um alargado conjunto de opções de auriculares, como é caso dos EP-T21 que recentemente tivemos a oportunidade de analisar. Chega agora a vez dos EP-T20, auriculares que representam uma evolução face ao modelo anteriormente analisado, tanto em design como na caixa de transporte.
12/10/2020
Análise ao TCL 10L
Falar do TCL 10 L implica obrigatoriamente que se fale do TCL 10 Pro também lançado este ano e ainda no TCL Plex, com os três smartphones a partilharem entre si algumas das suas características; algo que, como já tivemos oportunidade de referir na análise do TCL 10 Pro, acaba por dificultar a vida à própria marca e também aos consumidores. Mas aqui está ele.
Unboxing
O smartphone surge em primeiro plano, havendo mais uma vez a referência ao "Display Greatness", slogan que acompanha esta nova série de terminais da TCL.
Por baixo do smartphone, os acessórios, devidamente arrumados em caixas individuais.
Dentro da caixa, além do smartphone, uma sempre útil capa de silicone, documentação de referência, cabo UBS-C e um carregador. De notar, a ausência dos auriculares, com as marcas a optarem por reduzir custos neste departamento dos acessórios que acompanham o produto.
O carregador segue a linha em que este smartphone se insere, apresentando uma potência de carregamento de apenas 10W, com uma relação de 5V/2A.
O TCL 10 L
A TCL aposta na continuidade, com o TCL 10 L a seguir as linhas do TCL Plex apresentado no ano passado, com um corpo alongado onde o policarbonato domina em toda a linha. Este facto contudo, não tem influência no design do equipamento, sobretudo no que à traseira diz respeito, com os efeitos de luz a acrescentarem um toque requinte.
O ecrã apresenta um anel de plástico a toda a volta, para ligação deste com o corpo do smartphone. Não sendo a opção mais bem conseguida em termos estéticos, adiciona um grau extra de protecção ao equipamento. De referir que este anel tem uma altura suficientemente reduzida, para não se tornar incómodo quando seguramos o smartphone na mão, mas não consegue igualar o conforto transmitido pela curvatura da traseira.
No canto superior esquerdo, um furo para a câmara frontal. As margens não sendo reduzidas, conseguem manter-se dentro de níveis aceitáveis, com a inferior a ser a que apresenta a maiores dimensões.
Na lateral superior, uma entrada para um jack de 3,5mm, um microfone e a grelha para a coluna destinada às chamadas de voz, a qual surge incluída no anel que protege o ecrã.
Na lateral oposta, a porta USB-C, ladeada por duas grelhas para saída de som.
Do lado esquerdo, o adaptador para os cartões SIM e SD e a Smart Key que entretanto acabou por se tornar uma Dumb Key...
À direita, botões de volume e power.
A traseira, mais uma vez com efeitos de luz bem conseguidos, apresenta duas zonas distintas.
A ilha de câmaras surge agora numa sempre inconveniente protuberância. Um pouco mais abaixo, ao centro, o sensor de impressões digitais que repete o formato quadrado do Plex, sendo por isso menos confortável que os os sensores com formato circular.
Em termos de hardware, o TCL 10 L apresenta um processador Snapdragon 665, um octa-core com núcleos Kryo 260 (4 x Gold a 2.0 GHz e 4 x Silver a 1.8 GHz, GPU Adreno 610, ecrã de 6,53" com resolução 1080 x 2340, 395 PPP, numa relação 19.5:9, a ocupar 91% do corpo, 6GB de RAM e 128GB para armazenamento, com 107GB a ficarem disponíveis para o utilizador. A bateria tem 4000mAh e em termos de conectividade, suporta WiFi ac, Bluetooth 5.0 e NFC. Tem quarteto de câmaras na traseira (48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP), um sensor de 16MP na câmara frontal, mede 162,2 x 75,6 x 8,4 mm e pesa 180 g.
Em utilização
Esta nova linha de smartphones da TCL, pese embora seja interessante, sofre de um erro de casting, com a marca a reutilizar o processador do TCL Plex no smartphone errado. Esta escolha, já criticada na análise do TCL 10 Pro, é mais uma vez referência nesta análise, pois o Snadragon 675 deveria ter sido o processador escolhido para este TCL 10 L, ao invés do Snapdragon 665.
O processador acaba por cumprir a sua missão, mas com tudo a acontecer a um ritmo devidamente ritmado, sem lugar a grandes acelerações. Não à pausas ou bloqueios, apenas tudo se processa de uma forma um pouco mais lenta do que o desejável, algo que para um gama média-baixa pode ser considerado aceitável.
A autonomia esteve em linha com o esperado, com o TCL 10 L a permitir um dia de utilização intensiva sem qualquer tipo de preocupação, chegando ainda com carga ao final da noite. O teste no Geekbench 4 Pro mostra uma situação interessante, com carga no CPU a diminuir substancialmente quando a bateria fica com pouca carga, algo que permitiu ampliar o tempo de execução do teste.
O sensor de impressão digital, embora com formato quadrado, acaba por ser eficaz no reconhecimento do dedo do utilizador. O desbloqueio só não é mais rápido porque o ecrã demora algumas fracções de segundo a ligar-se.
A interface deste TCL 10 L segue a linha dos equipamentos lançados no último ano, com a marca a não apresentar grandes alterações em termos gráficos, opção que naturalmente se saúda. O sistema de navegação por gestos segue as orientações definidas pela Google, mas caso não sejam fãs deste último, podem sempre optar por uma proposta semelhante à apresentada pela Samsung, com três áreas na zona inferior no ecrã, ou em alternativa, podem optar pelos tradicionais botões virtuais.
O Android 10 seria o mínimo exigido e neste campo a TCL cumpriu o que se lhe poderia exegir. Já no que às actualizações de segurança diz respeito, não podemos dizer os mesmo, com o smartphone a chegar com um patch de Janeiro 2020, que só foi alvo de actualização, no final de Julho, com o patch a passar para o mês de J̶u̶l̶h̶o̶ , perdão Maio! Quinze dias passados, chegou uma nova actualização, agora sim com o patch de Julho, algo bem mais em linha com o que se deve exigir a todas as marcas. Não é uma boa prestação neste campo que em nada sai beneficiado com a ausência de uma confirmação da actualização para Android 11.
O notch gota de água surge numa posição idêntica à apresenta no Plex, mas TCL soube corrigir a mão, com horas a já não ficarem ficarem cortadas, sendo apresentados os quatro dígitos. Caso assim pretenda, o utilizador pode optar por utilizar a da barra de notificações, estendendo a área disponível para as apps.
Segundo a TCL, esta opção visa fortalecer a ligação com a Google. Não questionando esta decisão, lançar um smartphone com uma funcionalidade, publicitar a mesma de forma abrangente e vir semanas mais tarde reduzir de forma drástica a utilidade da Smart Key, acaba por prejudicar os consumidores, que em nada saem beneficiados com esta decisão.
As câmaras
- Resolução: 48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP
- Sensor de imagem: S5KGM1 + GC8034 + GC2385 + GC2385
- Abertura: F1.8 + F2.2 + F2.4 + F2.4
- Tamanho do sensor: 1/2.25" + 1/4" + 1/5" + 1/5"
- Tamanho do píxel: 0.8 μm + 1.12 μm + 1.65 μm + 1.65 μm
Este conjunto de câmaras acaba por ser bastante versátil, com as imagens de 12MP do sensor principal a combinarem a informação de 4 pixels em um os 8MP do sensor ultra wide a serem opção para enquadrar imagens de paisagens. A opção de um sensor macro, no lugar de um telephoto é questionável, sobretudo quando o primeiro não acrescenta muito em termos de qualidade de imagem.
A interface da câmara segue a linha do que vem sendo apresentado pela TCL. À esquerda temos uma fila de ícones com os filtros (em tempo real), controlo do flash, temporizador, HDR, formato da imagem e definições. À direita, ou na zona inferior do ecrã, consoante a sua orientação, uma fila de modos de fotografia / vídeo, e uma segunda fila com um ícone para alterar a câmara traseira e frontal, o botão de disparo, atalho para o Google Lens e o acesso à galeria. São apresentados ainda dois ícones na zona inferior do ecrã, para acesso ao zoom e modo ultra wide.
Além do modo automático, vídeo, retrato, Super Macro e Pro, estão ainda disponíveis mais algumas opções, que permitem obter efeitos interessantes, tanto em fotografia como em vídeo.
Em modo automático, as cores são intensas, aparecendo por vezes com elevada saturação, lago que contudo acaba por ser agradável à vista, sobretudo nas fotografias em zonas bem iluminadas. É algo que no entanto falta nas imagens com o sensor ultra wide, com as cores a surgirem mais esbatidas e o detalhe a ser inferior, sobretudo quando a luz solar é mais reduzida.
Apreciação final
A gama média está a ser cada vez mais disputada, com as diferentes marcas a procurarem garantir uma posição de destaque neste segmento de mercado. 2020 foi o ano em que TCL apostou forte na gama média, lançando numa primeira fase três equipamentos, com este TCL 10 L a ser a proposta para a gama média-baixa. Olhando para o desempenho global deste smartphone, temos aquilo que se deve exigir para uma prestação sem grandes compromissos, havendo apenas a lamentar a opção pelo processador Snapdragon 665, isto quando a sua concorrência directa apresenta equipamentos com processadores Snapdragon 7XX. Esta diferença no processador não terá um elevado impacto no desempenho, mas um conjunto de núcleos e GPU mais modernos e sobretudo um processo de fabrico mais avançado (8nm), acabam por penalizar a escolha da TCL, razão pela qual este TCL 10 L se fica por um "Morno", com a política de atualizações do Android a também contribuir decisivamente para esta avaliação.
Com um preço a começar na casa dos 220€, o TCL 10 L deverá ser uma opção a ter em conta pelos consumidores, sobretudo aqueles que dão maior importância ao desgin do smartphone e procuram um ecrã de boa qualidade.
TCL 10 L
Morno
Prós
- Qualidade de construção
- Android sem grandes modificações
Contras
- Processador
- Saliência do módulo de câmaras
- Actualizações do Android
TCL 10L
Aberto até de Madrugada
Morno (3/5)
Etiquetas
- app gratis (881)
- Curtas (845)
- amazon free app (576)
- apps inúteis (221)
- app of the day (196)
Arquivo do blogue
Copyright ©
Apps do Android | Powered by Blogger



















