11/02/2016

11/02/2016

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A Microsoft parece estar disposta a conseguir divulgar ao máximo os seus produtos e serviços. Não por isso de estranhar que tenha estabelecido mais uma parceria.
O Android Wear aguarda por um acontecimento que o catapulte para uma segunda vaga de equipamentos. A Qualcomm pode ter dado um passo decisivo para suportar esta evolução.

Microsoft garante novo parceiro
Que não hajam dúvidas, é uma nova era da Microsoft. Basta recuar alguns anos e ninguém seria capaz de adivinhar semelhantes opções.
Depois de Cyanogen e Samsung, chega agora a vez da Acer. Os smartphones e tablets desta última vão passar a apresentar um conjunto seleccionado de aplicações da Microsoft.

Microsoft Word, Excel, PowerPoint, Outlook, OneNote, OneDrive e Skype são as aplicações que vamos passar a encontrar nos Acer.

Não deixa de ser interessante esta opção. A aposta nos serviços é global e a Microsoft procura expandir a sua influência de todas as formas possíveis. Já não basta estar no Google Play. Agora as apps vêm mesmo instaladas de origem.





Qualcomm quer revolucionar o Android Wear


O Android Wear é ainda uma plataforma a dar os primeiros passos, mas parecem começar a reunirem-se condições para uma segunda vaga de equipamentos.
O XWatch da Bluboo tarda em chegar ao mercado para mostrar ao mundo o que vale o MTK2601 da MediaTek. Não tendo o preço como argumento para convencer os clientes, há que encontrar algo que o consiga cativar.

A Qualcomm parece querer agarrar esta oportunidade e corrigir assim um erro que infelizmente já não é novo. O Snapdragon 400 utilizado nos smartwatches estava longe de ser o processador ideal, pois não foi pensado de raiz para estes equipamentos. Foi exactamente o mesmo que aconteceu com os primeiros processadores da Intel destinados ao Android.

Com o Snapdragon Wear 2100, a Qualcomm espera conseguir espaço para a tal segunda vaga do Android Wear.
Este novo processador é 30% mais pequeno e 25% mais eficiente que o Snapdragon 400. Ao ocupar menos espaço permite a utilização de em design mais esbelto, ou quem sabe uma bateria maior, que auxiliada por um menor consumo, permite uma maior autonomia.
Um novo conjunto de sensores vai permitir uma recolha de dados mais eficiente, melhorando assim os resultados dos obtidos nas diferentes situações.
Um modem LTE de nova geração com suporte para GPS, WiFI e Bluetooth de baixo consumo são outras das novidades que poderão lançar o Android Wear para um novo nível.

A LG é o primeiro parceiro a anunciar a utilização deste novo processador nos seus wearables. Agora resta saber quando chegarão os primeiros modelos ao mercado e se o seu preço/funcionalidades será capz de competir com o XWatch.

Quem ira vencer esta batalha? Qualcomm+LG ou Bluboo+ MediaTek?



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