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25/04/2023

25/04/2023

Check Point divulga lista do malware mais procurado em Março de 2023


A Check Point® Software Technologies Ltd. publicou o mais recente Índice Global de Ameaças, referente a Março de 2023.

Top Mobile Malwares

 

No mês passado, o Ahmyth passou para primeiro lugar como o mobile malware mais predominante, seguido pelo Anubis e pelo Hiddad.

 

  1. AhMyth – O AhMyth é um Trojan de Acesso Remoto (RAT) descoberto em 2017. É distribuído através de aplicações Android que podem ser encontradas em lojas de aplicações e vários websites. Quando um utilizador instala uma destas aplicações infetadas, o malware pode recolher informação sensível do dispositivo e realizar ações como o keylogging, tirar screenshots, enviar mensagens SMS e ativar a câmara.
  2. Anubis – O Anubis é um malware de Trojan bancário concebido para telemóveis Android. Desde que foi inicialmente detetado, ganhou funções adicionais, incluindo a funcionalidade Remote Access Trojan (RAT), keylogger, capacidades de gravação de áudio e várias funcionalidades de ransomware. Foi detetado em centenas de diferentes aplicações disponíveis na Loja Google.
  3. Hiddad – O Hiddad é um malware Android que condiciona aplicações legítimas e depois liberta-as para uma loja de terceiros. A sua principal função é exibir anúncios, mas também pode obter acesso a detalhes chave de segurança incorporados no sistema operativo.

O Índice Global de Ameaças da Check Point e o seu Mapa ThreatCloud é produzido pela inteligência ThreatCloud da Check Point. A ThreatCloud fornece inteligência de ameaça em tempo real proveniente de centenas de milhões de sensores em todo o mundo, através de redes, endpoints e telemóveis. A inteligência é enriquecida com motores baseados em Inteligência Artificial e dados de pesquisa exclusivos da Check Point Research, o braço de inteligência e pesquisa da Check Point Software Technologies.

 

A lista completa das dez principais famílias de malware do mês de Março pode ser encontrada no blogue da Check Point.



24/01/2023

24/01/2023

Check Point divulga lista do malware mais procurado em Dezembro de 2022



A Check Point Research, publicou o seu último Índice Global de Ameaças para Dezembro de 2022. 


Top Mobile Malwares

Este mês, o Anubis manteve o primeiro lugar como o malware móvel mais difundido, seguido pelo Hydra e o Joker.

 

1.             Anubis - Anubis é um malware de Trojan bancário concebido para telemóveis Android. Desde que foi inicialmente detetado, ganhou funções adicionais, incluindo a funcionalidade Remote Access Trojan (RAT), keylogger e capacidades de gravação de áudio, bem como várias funcionalidades de resgate. Foi detetado em centenas de diferentes aplicações disponíveis na Loja Google.

 

2.             Hiddad - O Hiddad é um malware de distribuição de anúncios, que visa dispositivos android. Este malware simula aplicações legítimas e depois é lançado nas lojas de aplicações não oficiais. A sua principal função é a de exibir anúncios, mas também pode obter acesso a detalhes chave de segurança integrados no sistema operativo.

 

3.             AlienBot - AlienBot é um Trojan bancário para Android, comercializado no underground como Malware-as-a-Service (MaaS). Suporta keylogging, sobreposições dinâmicas para roubo de credenciais, bem como colheita de SMS para desvio 2FA. Capacidades adicionais de controlo remoto são fornecidas utilizando um módulo TeamViewer.

 

O Índice de Impacto da Ameaça Global da Check Point e o seu Mapa ThreatCloud é impulsionado pela inteligência ThreatCloud da Check Point. A ThreatCloud fornece inteligência de ameaça em tempo real derivada de centenas de milhões de sensores em todo o mundo, através de redes, endpoints e telemóveis. A inteligência é enriquecida com motores baseados em IA e dados de pesquisa exclusivos da Check Point Research, o braço de inteligência e pesquisa da Check Point Software Technologies. 

 

A lista completa das dez principais famílias de malware em Dezembro pode ser encontrada no blogue Check Point.

 


 
03/10/2022

03/10/2022

Malware no mundo Android - Ponto de situação


Conheças as principais ameaças desde o início do ano. 

 Como um todo, as ciberameaças a que os utilizadores estão expostos no sistema operativo Android cresceram ligeiramente no primeiro quadrimestre de 2022, mas algumas categorias de ameaças em particular, como o spyware, registaram um aumento especialmente acentuado. Entre o último quadrimestre de 2021 e primeiro quadrimestre de 2022, as ameaças que envolvem apps Android com software de apropriação de dados privados cresceram 170%.

A conclusão é do ESET Threat Report T1 2022, que compila as principais estatísticas dos sistemas de deteção da ESET. O relatório destaca exemplos notáveis de investigação da especialista europeia em cibersegurança, revelando informação exclusiva sobre ameaças atuais e tendências para o futuro.


Os perigos do spyware nos smartphones

O spyware não rouba dinheiro diretamente das suas vítimas; em vez disso, este tipo de ameaça apodera-se de tantos dados sensíveis quanto possível em smartphones afetados, conseguindo aceder a várias funções de dispositivos móveis como gravações de áudio e vídeo. O crescimento acentuado do spyware significa que agentes criminosos estão a ser capazes de encontrar formas de monetizar dados pessoais ou empresariais através de dispositivos Android.

De acordo com Ricardo Neves, Marketing Manager na ESET Portugal, “em muitos casos, as vítimas não sabem quando é que os seus dados roubados serão utilizados, podendo ser surpreendidas anos mais tarde, o que dificulta, por sua vez, a capacidade de determinar como tudo aconteceu. Isto significa que é provável que a maioria das pessoas afetadas pelo atual crescimento do spyware ainda não saibam que foram vítimas de roubo de informação.”


Os spywares mais populares

As fontes de spyware em apps Android proliferaram no primeiro quadrimestre de 2022. Por um lado, investigadores do Lab52 identificaram um spyware que estabelece o controlo total sobre o dispositivo e os seus conteúdos se as permissões da app maliciosa forem aceites pelo utilizador. A ESET detetou esta ameaça como uma variante do Android/Spy.Agent Trojan, que é uma das 10 principais ameaças Android registadas nos primeiros quatro meses do ano de 2022.

Por outro, investigadores da AppCensus encontraram várias aplicações disponíveis para download na loja Google Play que continham código malicioso a fim de recolher números de telefone, endereços de email e dados de localizações - algumas das quais foram descarregadas mais de 10 milhões de vezes antes da Google intervir.

Ricardo Neves acrescenta que “os utilizadores devem descarregar apenas aplicações confiáveis e utilizarem uma solução de segurança para dispositivos móveis que detete estas aplicações maliciosas que contêm malware”.

Os investigadores ligaram estas apps a uma empresa sediada no Panamá que, de acordo com o Wall Street Journal, está ligada a um fornecedor norte-americano na área da defesa que oferece serviços de ciberinteligência.


Visão geral sobre outras ameaças Android

Além do spyware, enquanto categorias de ameaças Android como o adware e o stalkerware decresceram em número de deteções entre o terceiro quadrimestre de 2021 e primeiro de 2022 (-11% e -11,7%, respetivamente), outras aumentam. Ameaças como as scam apps (27,7%), clickers (31,6%) e SMS trojans (145,2%) registaram um aumento em comparação com o terceiro quadrimestre de 2021.

Também o malware bancário assistiu a um crescimento de 13,9% após um declínio no quadrimestre anterior. Um dos casos em destaque analisados pelos investigadores da ESET foi uma campanha que visava os clientes de oito bancos na Malásia, com malware distribuído através de aplicações maliciosas descarregadas a partir de websites falsos, mas com uma aparência legítima. Saiba mais sobre essa investigação da ESET aqui.


Para mais informações sobre o ESET Threat Report T1 2022, consulte o relatório completo. 
25/10/2021

25/10/2021

Antivirus - uma ferramenta a não descurar

Antivirus, algumas sugestões para terem em conta.

Quando se pensa na proteção de computadores pessoais – sejam eles de mesa, portáteis e até de bolso –, uma das primeiras aplicações que vem à cabeça são os antivírus. Embora não sejam os únicos softwares responsáveis pela proteção de sua máquina, são talvez os mais populares.


Na verdade, os antivírus (até mesmo o do Windows) são eficazes, mas não trabalham sozinhos na proteção dos equipamentos e dados. Para uma segurança reforçada, é desejável garantir uma série de procedimentos e de ferramentas adicionais.


A título de exemplo, uma das formas de se manter seguro, é estar atento à engenharia social. Nestes tipos de golpes, os utilizadores são enganados por bandidos ou hackers mal intencionados e, normalmente, enviam seus dados sem que o meliante o obrigue a tal. 


Quando recebe um link oferecendo dinheiro fácil ou uma mensagem amorosa de alguém que nunca viu na vida, com um anexo para ser aberto, não são mais que truques de engenharia social. Ao clicar no endereço ou abrir o ficheiro, pode infectar a sua máquina ou enviar dados pessoais a terceiros – sem ter sido obrigado a isso, basicamente foi enganado. 


Estes são alguns exemplos de truques de engenharia social que poderá evitar, com alguns procedimentos simples. A sugestão, nesses casos, é ficar atento, "esperto" e desconfiar sempre do parece ser fácil demais. 


Entretanto, regressemos aos antivírus. A seguir, de forma sucinta, damos algumas informações importantes sobre essas ferramentas de proteção.


Há diversas marcas e sistemas de antivírus no mercado, como de resto vamos apresentando no blog. Caso esteja à procura de um bom programa de proteção, pode consultar um overview detalhado dos antivírus da McAfee, para escolher o seu. Trata-se de uma das marcas mais conhecidas quando o tema é segurança de eletrónica.


Entretanto, antes (e mesmo depois) de escolher seu programa de segurança, é importante saber algumas informações importantes seu respeito. Com isso, pode maximizar seu uso e aumentar sua proteção no dia a dia – seja no computador de casa, do trabalho, no tablet ou no smartphone.


Mantenha-os atualizados, sempre!


De nada adianta ter um bom programa para bloquear vírus e ameaças digitais, se você os mantém desatualizados. É por isso criminosos do mundo digital criam e desenvolvem novas ameaças diariamente. 

Um antivírus desatualizado, é tão útil como um peso para papel na proteção a ameaças digitais, vale zero.. Por isso, mantenha-o sempre atualizado – as bibliotecas de proteção dos fabricantes são atualizadas diariamente. 


Caso não queira se preocupar com isso, é possível programar o antivírus para realizar a tarefa automaticamente e também em horários em que o computador está em standby (por exemplo, de madrugada). Assim, não perde tempo à espera que o PC atualize tudo para poder usá-lo.


Serviços adicionais


Boa parte dos antivírus do mercado oferecem funções que vão além da proteção da máquina em si. Há opções de programas que contam com firewall, por exemplo. Outros, com soluções que permitem o utilizar o mesmo tanto em desktop como em smartphones.


Mais serviços podem ser uma boa opção. Fica com uma só solução na sua máquina e não precisa ficar a escolher, atualizar e instalar diferentes softwares, isto porque os programas de proteção tendem a ser robustos e atuar no sistema operativo como um todo. Ao ter uma solução all-in, a tendência de conflitos diminui exponencialmente. 


VPN e proteção para os pais


Alguns bons programas de antivírus tem até mesmo funções avançadas e extremamente específicas. Entre elas, algumas das mais procuradas são as VPN, proteção para os pais e suporte de redes sem fios. 


Quanto ao suporte a wi-fi, é sabido que boa parte dos ataques exteriores chegam via redes não seguras. Por isso, é necessário aumentar sua proteção nesta área. 


Routers de última geração são potentes – mas nem sempre garantem o nível de segurança desejado. Com um antivírus que garanta a inviolabilidade do seu gadget, você poderá navegar evitando dores de cabeça quanto a invasores indesejados.


No caso de proteção para os pais, o programa basicamente impede os filhos de realizar determinadas ações no mundo digital, permitindo igualmente monitorizá-los. Com isso, aumentam-se os cuidados com os mais novos – que, atualmente, estão cada vez mais expostos a conteúdos prejudiciais. 


Já no caso da VPN, pode ser uma ótima opção para quem quer navegar anonimamente na internet. Do inglês virtual private networks (daí a sigla VPN), essas soluções criam redes privadas virtuais.


Resumidamente, ao instalar um programa de VPN no seu computador, consegue navegar "anonimamente" pela internet, já que ele camufla seus dados. 


Com isso, consegue, por exemplo, aceder a conteúdos restritos ao seu país (dado que o sistema não sabe onde você está). É possível, por exemplo, entrar no catálogo da Netflix dos Estados Unidos ou consumir algum outro serviço de streaming em outro lado do mundo.


Facilidade de uso é importante


Ao optar por antivírus, é importante ter em conta dois aspectos: suporte técnico e facilidade de utilização.


O suporte da empresa é essencial, caso não seja um expert quando o assunto é tecnologia ou mesmo segurança digital. Isso porque se o seu programa antivírus parar ou falhar, vai estar desprotegido. 


Assim sendo, analise as possibilidades de ajuda do fabricante. Muitos trabalham com suporte via e-mail, via mensagem ou notificações. É importante verificar também em quanto tempo costumam dar retorno a quem os procura. Uma busca no Google ou em sites de reclamação, esclarecem-lhe esse ponto.


Por fim, outro ponto que conta muito a favor de um antivírus é sua interface. Quanto mais intuitiva melhor. Mesmo porque com a série de recursos adicionais que um antivírus de ponta tem, melhor será se tudo o que deseja fazer estiver a menos de dois cliques de distância.


Configurações confusas ou que precisam de muitos passos para serem ativadas tendem a ficar esquecidas. E já que vai escolher a melhor e mais completa opção que se encaixe nas suas necessidades e gostos, o ideal será usar ao máximo sua ferramenta de proteção. 


De forma geral, estas são alguns dos aspectos mais importantes sobre os principais antivírus do mercado. Antes de escolher o seu, analise as características de cada um com cuidado e paciência – essa é outra dica fundamental para aumentar sua segurança no mundo digital.


28/08/2021

28/08/2021

Top malware para dispositivos móveis

Segurança nunca é em excesso. 

Top malware para dispositivos móveis

Este mês, o primeiro lugar foi ocupado pelo xHelper. Seguiu-se o AlienBot e o Hiddad.

 

  1. xHelper – É uma aplicação Android maliciosa que foi vista em estado selvagem em março de 2019, em que é usada para descarregar aplicações maliciosas e exibir anúncios fraudulentos. A aplicação é capaz de se esconder dos programas de antivírus móveis e do utilizador, sendo capaz de se reinstalar no caso do utilizador o desinstalar. 
  2. AlienBot – A família de malware AlienBot é um Malware-as-a-Service (MaaS) para dispositivos Android que permite o atacante, numa primeira fase, injetar um código malicioso em aplicações financeiras legítimas. O atacante obtém acesso às contas das vítimas e, eventualmente, controla completamente o seu dispositivo.
  3. Hiddad – O Hiddad é um malware Android que reutiliza apps legítimas, lançando-as em lojas de terceiros. A sua principal função é a exibição de anúncios, mas pode também conceder acesso a detalhes chave de segurança do Sistema Operativo.  

O Índice de Impacto Global de Ameaças da Check Point e o ThreatCloud Map baseiam a sua informação no ThreatCloudTM da Check Point, a maior rede colaborativa de luta contra o cibercrime, que disponibiliza informação e tendências sobre ciberataques através de uma rede global de sensores de ameaças. A base de dados do ThreatCloud inclui mais de 3 mil milhões de websites e 600 milhões de ficheiros diariamente, identificando mais de 250 milhões de atividades de malware diariamente.

 

A lista completa das 10 principais famílias de malware de julho pode ser encontrada no Blog da Check Point.

  
02/05/2021

02/05/2021

Telegram utilizado para disseminar Malware

Novo ataque de malware, desta vez via Telegram.


A Check Point Research, área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, alerta para a nova tendência de ataque entre ciberatacantes na qual o Telegram, a aplicação de mensagens instantâneas com mais de 500 milhões de utilizadores ativos, é utilizado como sistema de controlo e comando para disseminar malware pelas organizações. Mesmo nos casos em que a app não está instalada ou não é utilizada, o sistema permite aos atacantes enviar comandos e operações maliciosos remotamente, sujeitando os destinatários a sérios riscos.

 

Nos últimos três meses, a Check Point Research identificou mais de 130 ciberataques utilizando um Remote Access Trojan (RAT) apelidado de ‘ToxicEye’. Um RAT é um tipo de malware que confere ao atacante controlo total do sistema de um utilizador. O ToxicEye é gerido pelos hackers através do Telegram, comunicando com o servidor do atacante e extraindo dados para lá. Distribui-se através de e-mails de phishing que contêm ficheiros .exe maliciosos que, uma vez abertos, dão início à instalação do malware no computador da vítima e ao desenrolar de uma série de explorações que passam despercebidas.

 

Perigos do RAT no Telegram

Qualquer RAT utilizando este método tem a sua própria funcionalidade. A CPR identificou, contudo, um número de capacidades-chave que caracterizam a maioria dos ataques observados recentemente:

  • Funcionalidades de roubo de dados: o RAT pode localizar e roubar palavras-passe, informações de computador, histórico de navegação e cookies;
  • Controlo de ficheiros: é capaz de eliminar e transferir ficheiros, encerrar processos ou assumir o gestor de tarefas do PC;
  • I/O hijacking: o RAT pode implementar um keylogger, gravar áudio e vídeos do ambiente envolvente do utilizador através da câmara e do microfone do computador ou, até, roubar os conteúdos do clipboard;
  • Funcionalidades de Ransomware: consegue encriptar ou desencriptar ficheiros do computador infetado.

 

Cadeia de infeção

A CPR definiu a cadeia de infeção do ataque da seguinte forma:

  1. O atacante começa por criar uma conta de Telegram e um bot. Um bot de Telegram é uma conta remota com a qual os utilizadores podem interagir.
  2. O token do bot é agrupado com o malware escolhido.
  3. O malware é disseminado através de campanhas de mail spam e enviado como anexo. Um dos exemplos identificados pela CPR tinha um ficheiro anexado denominado ‘paypal checker by saint.exe’.
  4. A vítima abre o anexo malicioso que a conecta ao Telegram. Qualquer vítima infetada com o payload malicioso pode ser atacada através do bot do Telegram, que conecta o dispositivo do utilizador de volta ao servidor C&C do Telegram do atacante.
  5. O atacante adquire total controlo sobre a vítima e pode executar uma série de atividades maliciosas.

 

Porquê o Telegram?

A mais recente investigação da Check Point Research revela uma crescente popularidade do malware baseado na aplicação Telegram, o que em muito se deve também à cada vez maior atenção que o serviço de mensagens online tem tido em todo o mundo. Dezenas de novos tipos de malware baseados no Telegram foram encontrados como “armas de reserva” em repositórios de ferramentas de hacking do GitHub. Os cibercriminosos percecionam o Telegram como uma parte imprescindível dos seus ataques devido a um número de benefícios operacionais:

  • O Telegram é um serviço legítimo, estável e de fácil utilização que não está sinalizado pelas soluções de antivírus nem pelas ferramentas de gestão de rede.
  • Mantém o anonimato, já que o processo de registo requer apenas o número de telemóvel.
  • As funcionalidades de comunicação únicas do Telegram permitem aos atacantes extrair facilmente dados dos computadores das vítimas ou transferir novos ficheiros maliciosos para dispositivos infetados.
  • O Telegram possibilita ainda que os atacantes utilizem os seus dispositivos móveis para aceder a computadores infetados a partir de quase qualquer localização do mundo.

 

Descobrimos uma tendência crescente em que os autores do malware usam a plataforma do Telegram como um sistema de command & control muito fora da caixa para a distribuição de malware pelas organizações. Este sistema permite que o malware receba futuramente comandos e operações remotamente utilizando o serviço do Telegram, mesmo que a plataforma não esteja instalada ou seja sequer usada,” começa por dizer Idan Sharabi, R&D Group Manager da Check Point Software Technologies. “O malware que os hackers utilizaram neste caso é facilmente encontrado em sítios acessíveis como o GitHub. Acreditamos que os atacantes estão a aproveitar o facto de o Telegram ser utilizado e permitido em quase todas as organizações para implementar ciberataques sem quaisquer restrições de segurança. Dado que o Telegram pode ser utilizado para distribuir ficheiros maliciosos ou como canal de command & control remoto de um malware, é totalmente expectável que, no futuro, sejam desenvolvidas outras ferramentas que se aproveitem desta plataforma,” acrescenta o responsável.

 

Saiba se está a ser atacado e mantenha-se protegido

  1. Procure por um ficheiro chamado C:\Users\ToxicEye\rat.exeSe o encontrar no computador é porque está infetado. Neste caso, deve imediatamente contactar a sua helpdesk e apagar o ficheiro do sistema.
  2. Monitorize o tráfego gerado entre computadores da sua organização e contas de Telegram C&C. Se for detetado e se o Telegram não está instalado enquanto solução empresarial, pode ser indício de que a segurança foi comprometida.
  3. Esteja atento aos anexos que contêm nomes de utilizador. E-mails maliciosos utilizam frequentemente o username da vítima como assunto ou nome do ficheiro anexado. Não abra estes anexos, apague os e-mails e não responda ao remetente.
  4. Tenha cuidado com remetentes anónimos ou desconhecidos. Receber um e-mail de um remetente não listado ou cujo nome não é revelado pode indicar que o e-mail é malicioso ou de phishing.
  5. Repare sempre na tipo de linguagem utilizado. Invocar um sentido de urgência ou medo é uma tática comum nos ataques de phishing. Os ciberatacantes recorrem muitas vezes a técnicas de engenharia social que procuram tirar proveito da falha humana para atividades ilícitas, como roubo de informações pessoais. 
  6. Implemente uma solução automatizada anti-phishing. Para minimizar os riscos de uma organização ser vítima de um ataque de phishing é necessário contar com um software anti-phishing que, através de Inteligência Artificial, identifique e bloqueie conteúdos maliciosos de todos os serviços de comunicação da empresa (e-mail, aplicações de produtividade, etc.) e plataformas (dispositivos móveis, etc.). Esta cobertura abrangente é imprescindível visto que o conteúdo phishing pode provir de qualquer meio e os colaboradores estão cada vez mais vulneráveis a estas técnicas.
 
23/12/2020

23/12/2020

Hiddad liderou a lista de malware Mobile referente a Novembro

O mercado mobile continua a ser altamente aliciante, razão pela qual as ameaças são constantes. No ranking de malware deste segmento de mercado, temos o Hiddad.
08/11/2020

08/11/2020

Top malware em dispositivos móveis

 


Como a segurança nunca ocupa lugar, fique a conhecer o top de malware nos smartphones e tablets.

21/09/2020

21/09/2020

Quando o smartphone vem com malware de fábrica


Comprar um smartphone de baixo custo por poucas dezenas de euros pode revelar-se bastante mais dispendioso, se se tratar de um modelo que vem com malware pré-instalado, como era o caso dos Tecno W2.
13/09/2020

13/09/2020

xHelper liderou a lista de malware Mobile no mês de Agosto


A Check Point Research, através da área de Threat Intelligence da Check Point Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, acaba de publicar o mais recente Índice Global de Ameaças de Agosto de 2020. O xHelpler foi o malware mobile mais popular, seguido do Necro e Hiddad.
19/07/2020

19/07/2020

Necro liderou a lista de malware Mobile no mês de Junho


A Check Point Research, através da área de Threat Intelligence da Check Point Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, acaba de publicar o mais recente Índice Global de Ameaças de Junho 2020.
08/07/2020

08/07/2020

AnTuTu com sinal vermelho por parte da Google


A Google decidiu reforçar o seu desgosto pelo AnTuTu, agora passando a sinalizá-lo como malware, tanto no browser como durante a tentativa de instalação em Android.
19/06/2020

19/06/2020

PreAmo lidera a lista de malware Mobile


O mercado mobile continua a ser altamente aliciante, razão pela qual as ameaças são constantes. No ranking de malware deste segmento de mercado, temos o PreAmo.
15/04/2020

15/04/2020

Os 5 tipos de malware que infectam os telemóveis utilizando o Covid-19 como chamariz



Na situação actual, o telemóvel é um dos equipamentos que mais riscos pode trazer para a saúde, não só por se estar em contacto físico com o mesmo de forma permanente, como também porque continua a ser uma ameaça para a privacidade dos dados dos utilizadores.
03/03/2020

03/03/2020

Malware Android consegue roubar códigos 2FA da Google


Uma nova versão que está a ser desenvolvida do malware Cerberus de roubo de dados bancários tem a capacidade de roubar códigos de autenticação 2-factor da app de autenticação da Google.
18/12/2019

18/12/2019

As vulnerabilidades Mobile mais exploradas de Novembro:


O segmento mobile, fruto do elevado número de equipamentos em operação no mercado, constitui-se como um alvo extremamente remunerador, razão pela qual as ameaças são cada vez em maior quantidade e perigosidade.
04/11/2019

04/11/2019

Malware Xhelper para Android, pode ser uma verdadeira dor de cabeça para os utilizadores


Investigadores detectaram um novo malware para Android, que não só tem a capacidade de instalar apps maliciosas adicionais nos smartphones, como aparentemente é capaz de resistir a todas as tentativas de desinstalação e até a resets de fábrica.
12/10/2019

12/10/2019

Dia da criança, uma boa altura para falar de segurança


A segurança nunca deve ser descurada, por isso nada melhor que andarem a par das tendências. Esta deve ser uma preocupação de todos e tendo em conta que hoje até se celebra o dia da criança (Brasil), é uma boa oportunidade para relembrar aos mais pequenos, que o mundo online tem perigos à espreita em cada canto.

02/09/2019

02/09/2019

CamScanner removido da Play Store por distribuir malware


Com mais de 100 milhões de downloads na Play Store, a app CamScanner torna-se numa que mostra os riscos que podem chegar aos utilizadores Android, mesmo que apenas utilizem a loja da Google.
10/08/2019

10/08/2019

Check Point divulga lista do malware mais procurado em Julho de 2019



A Check Point Research, através da sua área de Threat Intelligence da Check Point Software Technologies Ltd. , fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, publicou o seu Índice de Impacto Global de Ameaças, referente ao mês de Julho de 2019.